[out-2012]
Chove muito lá fora. Otto: “Aqui tá sequinho, lá fora tá molhado! Qué espiar a chuva, mamãe!”
Filho de peixe… <3
[out-2012]
Chove muito lá fora. Otto: “Aqui tá sequinho, lá fora tá molhado! Qué espiar a chuva, mamãe!”
Filho de peixe… <3
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[out-2015]
5a2m, e pela primeira vez na história dessa indústria vital o menino declara:
“Pessoal, ESTOU COM SONO!”
\o/
\o/
(update em 2017: 2 anos depois, e isso aconteceu mais UMA vez. UMA.)
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[out-2016]
Otto reclamou do dente incomodando enquanto comia, fui olhar. Vi um dentão lá no fundo com um pouco de sangue, fiquei preocupada e peguei uma lanterna pra olhar com cuidado — achei 2 dentes de cima (molares bem no fundo) nascendo.
Não sei como ele não reclamou até agora, porque os dentes são grandes e nessa fase dá pra ver a gengiva sendo rasgada pelo dente, é super impressionante.
A dentição é uma coisa muito louca, gente, afe.
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[alerta de informação em excesso, modo MÃE]
Otto há algumas semanas faz cocô e se limpa so-zi-nho! (Querendo privacidade, inclusive)
Acho que esse é um dos grandes marcos da vida, não?
Estou muito orgulhosa dele 🙂
(E tensa com o resultado, claro, hahahahhahaha)
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— “Otto, de onde você tirou essa música?”
— “Do meu cérebro!”
Hahahhahahhaha <3
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Pergunta maravilhosa do Otto agora, na piscina:
“Mamãe, não tem gravidade na água?”
<3
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[out-2016]
Me diverti horrores hoje com o Otto na piscina na melhor hora do dia no verão: o sol já baixou o suficiente pra não me irritar e tá calor o suficiente pra nadar.
Houve vários momentos em que fui feliz e sabia que era feliz. Ser mãe de um menino grande é MUITO mais legal que ser mãe de um menino pequeno <3
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Fui colocar o maiô, quando vejo o menino tá deitado na espreguiçadeira da piscina, “relaxando”. Feito gente.
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Ele quis brincar de corrida e tava tudo lindo enquanto eu deixei ele ganhar (muitas vezes). A única vez que perdeu, chorou e ficou super frustrado. Foi ótimo, porque conversamos muito sobre isso, eu acolhi e disse que todo mundo fica triste quando perde, mas que ficar assim MUITO triste não é legal, que é importante lembrar que estamos nos divertindo. Que ganhar / perder é só o final da história, tem todo o meio.
Ele parou de chorar e me chamou pra fazer uma brincadeira de quem chegar por último ganha (safado). Contei que essa competição não fazia sentido, porque nunca ia acabar 😀 Aí propus uma competição colaborativa (ambos ganham ou perdem juntos) e seguimos.
Percebi a enorme importância de ter irmãos. Se ele tivesse, tenho certeza que lidaria melhor com a competição.
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Estávamos conversando e disse que tinha achado muito legal alguma coisa que ele pensou e me explicou, muito inteligente, e ele me diz em tom professoral: “sim, eu sou muito SABIENTE”.
Eu corrijo conjugação de verbo errada, mas essas coisas eu não consigo <3
(Igual a constRelação, ficará assim pra sempre)
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O: “mamãe, eu queria que a gente pudesse aprender todas as coisas em casa e não precisasse ir pra escola”
(Esse assunto não acaba)
Eu: “Você não gosta de ir pra escola? Por quê?”
O: “não. A escola é muito barulhenta, os amigos falam alto demais.”
(Ai que dó)
Eu: “eu sei. Crianças às vezes são barulhentas mesmo, mas melhora com o tempo. Avisa a sua professora que você gosta de silêncio, quem sabe ajuda”
O: “tudo bem. Mas eu já tou acostumando.”
(Eu queria esmagar ele, sabe? ❤️)
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O: “mamãe, porque a gente só pode fazer as coisas que quer nos 2 dias?”
Eu: “mas a gente pode fazer várias coisas em vários dias. Como assim?”
O: “nos 2, dos 7, ó: segunda é 1, terça é 2, quarta é 3…”
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“2 dias” = fim de semana.
E eu fiquei ali, no chuveiro sentada e matutando que merda é ter escola 5 dias por semana e trabalho 5 dias por semana, e que arbitrário e massacrante é isso e quis largar tudo e viver de brisa caçando borboletas, por uns segundos.
Passou.
Mas cada diálogo com meu filho vale por uma sessão de análise.
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(Teve mais)
O: “mamãe, sabe a mula sem cabeça?”
Eu: (vixe) “…sei…”
O: “ela já teve cabeça, sabe? Mas veio um meteoro e arrancou a cabeça dela, e ficou o foguinho no lugar”
Eu: (Hahahhahaha) “nossa, é?!”
O: “sim. Mas tudo bem, ela pode conseguir outra cabeça.”
Preferi não perguntar COMO.
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Vintage, eu, comprei 1 Galak pro Otto e 1 Lollo pro Fernando. Otto comeu o dele no carro, e depois entreguei pro Fer o dele.
F: “oba! Que chocolate você ganhou, Otto?”
O: “um bem maior que o seu, porque a mamãe me ama MUITO MAIS que você!”
HAHHAHAHAHAHHAHA! Troll!
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[out-2014]
É dose ser mãe pisciana de menino virginiano:
(Ele ganhou shampoo do Sully e Mike da vó Vera, cada embalagem é feita à semelhança dos personagens, estamos usando)
— “mamãe, o que é esse aqui?” (mostra o shampoo azul)
— “é um monstro azul e peluuuuuudo!”, respondo eu, fazendo graça, e…
— “não, mamãe. É um SHAM-POO.”
Sabe aquele tom de resposta DÃÃ-MÃE? Pois é.
Fuén.
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Otto está 100% convencido que o seu avô Geraldo é Papai Noel. 😂😂😂
E então em função disso ele tem um plano de desmascarar o avô na calada da noite, achando a roupa de Papai Noel escondida na casa dele.
Já tá combinando com o Fernando pra viabilizar:
Otto: “Um dia desses eu queria ir para Marília”
Eu: “Ah é? Por quê?”
O: “Para descobrir se o vovô Gê é o Papai Noel!”
F: “E por que você tem essa suspeita?”
O: “Porque ele tem barba branca e cabelo branco, que nem o Papai Noel, ora!”
F: “Bom, semana que vem a gente vai para lá e você pergunta, tá bom?”
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[out-2013]
e agora tudo que a gente pede pro otto fazer e ele não quer (quase tudo, diga-se), ele responde “não! eu vou FUGIR!” e sai correndo.
fico dividida entre rir muito e chinelar o menino. #bodegaiato
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[out-2016]
Otto, para o pai Fernando:
— “eu permito que você possa me ajudar!”
Puxa, que sorte a dele, não? Hahhahahahha
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[out-2013]
como é maluco o cérebro das crianças — estou em casa, numa conf call com meus colegas nos USA a tarde toda (em inglês). o Otto está por aqui, andando e prestando atenção ao que estou fazendo, quietinho. há poucos minutos ele foi na pilha de livros e trouxe um livro que “fala” os números em inglês, quando aperta no lugar certo, e está aqui brincando do meu lado <3 incrível né?
**
detalhe: ele não faz aula de inglês, nem escola bilíngue, nem ensinamos em casa. o livro foi presente da Léa. ainda não estou convencida dos benefícios ou impactos de ensinar outros idiomas tão pequeno, por enquanto ele só é exposto a outros idiomas como parte da vida social (ou indiretamente graças à minha profissão)
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