O bebê começa a chorar, como é normal de todos os bebês, e a Paula tentando ver o que ele tá precisando, quando Otto oferece um sábio conselho do alto dos seus 6 anos:
“Tia Paula, faz alguma coisa que ele gosta!”
😂❤️
O bebê começa a chorar, como é normal de todos os bebês, e a Paula tentando ver o que ele tá precisando, quando Otto oferece um sábio conselho do alto dos seus 6 anos:
“Tia Paula, faz alguma coisa que ele gosta!”
😂❤️
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PENSA NUMA MÃE MORRENDO DE ORGULHO:
O Otto acaba de ganhar um priminho, e fomos conhecê-lo hoje.
Foi bem tranquilo, ele estava super empolgado porque queria “ensinar o primo a brincar” mas logo percebeu que ainda vai demorar :D, e perdeu um pouco do interesse.
Pessoas que não nos conhecem, e tampouco o Otto, sabendo do fato perguntaram pra ele:
“Quem é mais bonito, você ou o Raul?”
E ele respondeu:
“Nós somos ‘o mesmo’ bonito.”
6 anos, e mais evoluído que todos os adultos envolvidos nessa história.
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Nós não estávamos nesse momento; nos contaram a resposta dele, e tivemos muito orgulho. Porque nos esforçamos MUITO para evitar comparações de qualquer tipo, e julgamentos pela aparência.
O Otto tem 6 anos e não usa os conceitos de bonito, feio, magro, gordo, alto, baixo. Nós não usamos isso com ele, nem nos referindo a ele nem a ninguém, simplesmente porque A APARÊNCIA DAS PESSOAS DEVIA SER IRRELEVANTE.
E nem vou falar de comparar pessoas, que a comparação é a origem de todos os males.
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Muito orgulho do meu pequenininho. ❤️
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Otto demorou a falar, começou mesmo com 1 ano e 8 meses (antes era só silábico; considero falar quando tem frase mesmo). Mas poucas semanas depois ele falava frases complexas, verbos conjugados (muita coisa errada mas com a lógica certa, sabe?)
O processo de fala dele já mostrou muito da personalidade, mas só percebo agora olhando de longe.
Ô menino perfeccionista, afe.
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em 5 de agosto de 2012…
O Otto começou a falar há 2 meses e a gente tá amando. Entre as várias coisas engraçadas que ele fala, a melhor é o verbo VENHANTAR (levantar), que ele conjuga perfeitamente bem: venhanta! (imperativo) e vinhantei 🙂
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[5-ago-2016]
Otto, hoje, contrariado pela opressão parental, declarou:
“Eu estou CANSADO de vocês!”
Hahahahahahahahahaa <3
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[5-ago-2014]
Otto no banho:”Papai, a água tem cor?”
“Não!”
“Acho que vou colocar uma cor nela!”
(Coloque aqui música de suspense e muito pavor)
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Ele tá lá no banho. Não quero entrar lá.
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[5-ago-2013]
Eu sei que sou mãe babona e tudo (e mais — não conheço outras crianças pra comparar), mas hoje impressionei ainda mais com o uso que o Otto fez da linguagem: ao colocar um pijama com pé (tipo meia), diferente do que costuma colocar, ele comentou “é COMO SE FOSSE um sapato, né, mamãe?”.
Gente, ele faz 3 anos no fim do mês! É tão pequeno ainda e já sabe usar as construções verbais tão direitinho <3 Emocionei. Há 15 meses ele não falava nenhuma palavra…
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[5-ago-2013]
Otto assiste a trilogia dos 3 primeiros curtas do Nick Parker todo dia (ovelhinha, pingüim e lua). Tudo no original, porque o DVD que eu tenho tem 1000 anos, é gringo (só roda no Xbox). Mas a história dispensa texto, eu acho.
Eis que do nada ele repete agora, enquanto assiste: “my dog!”. Direitinho, imitando o Wallace. É louco como a linguagem vai se infiltrando, mesmo sem significado, não?
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[6-ago-2014]
HAHHAHAHHAHAHHA tá fácil:
Otto: “de quem são essas COISAS?”
Eu: “aqui tem 1 computador e 2 celulares, é isso?”
Otto: “você tem DOIS celulares?” (o grifo é dele)
Eu: “sim, eu tenho dois :D”
Otto: “mas por que você tem DOIS? eu acho que você devia me dar um ‘pra mim’!”
(hahahhahahahhahaha)
Eu: “não senhor, celular é coisa de adulto, eu posso emprestar se você quiser”
Otto: “então eu quero o do papai!”
Agora você se vira, Fernando 😀
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Trabalhei feito uma condenada hoje, não consegui fazer ioga porque não tinha onde estacionar num raio de quilômetros do local da aula e chegando em casa tem um moleque há UMA HORA sentado na mesa chorando porque se recusa a terminar a tarefa da escola, que consiste em escrever os números de 1 a 50.
E o exercício é de disciplina, e não de matemática.
Só bebendo.
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Otto se recusa a fazer tarefa de casa. E é MEGA simples, não tem nenhuma dificuldade, a revolta é filosófica mesmo, sobre a existência da tarefa de casa.
(Calvin, é você?)
Quando eu cheguei, ele já estava na mesa sentado na frente do caderno esbravejando há vários minutos. Quis me convencer a ajudá-lo a se livrar da tarefa, avisei que só tinha conversa depois da tarefa.
Ele chorou e rangeu dentes e discorreu sobre a injustiça da vida, sobre o amor, tentou negociar, quis falar sobre a guerra do Irã e sobre os pecados capitais, quis assoar o nariz:
“Beu dariz dá entubido!!!”
(Pára de chorar que pára! Quem tirou o acento de pára é um imbecil, não?)
Assoa o nariz, pega o papel sujo e faz bolinhas, enfia nas narinas e guarda as bolinhas “pra jogar boliche depois que acabar”, questiona de novo a existência da tarefa, pede chocolate, fala sobre o desenho que viu ontem, informa que precisamos fazer tudo que ele quer, e quando tentamos responder fica indignado porque “vocês não me deixaram terminar essa frase!”.
“Não quero que mandem em mim!”
E demora 20 minutos pra escrever 49-50, enquanto eu conto até 500 pra não sair dando uma de mãe louca.
Mami Vera, nesses dias eu te admiro de um tanto que nem sei. Desculpa qualquer coisa, hein?
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[2-ago-2016]
Prestes a completar 6 anos:
O: “mamãe, por que as coisas caem rápido?”
Eu: “por causa de uma força chamada GRAVIDADE, que ‘puxa’ as coisas”
Fernando: “… Coisas muito grandes, como planetas, estrelas, ‘puxam’ as coisas com essa força. Quanto maior o planeta, maior a força”
O: “mas quem controla essa força?”
(A complexidade dessa pergunta!)
Eu: “ninguém, meu amor. É uma força natural”
O: “mas alguém DEVIA controlar!”
(Disse o Virginiano)
<3
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Dia seguinte, eu lia uma história sobre o Homem da Lua, que menciona a gravidade menor. Ele lembrou!
O: “a gravidade na Lua é menor, é por isso que as coisas caem mais devagar?”
Eu: “exatamente! Em Júpiter, que é grandão, a gravidade é maior!”
E assim vamos nos divertindo, falando sobre assuntos lindos e relevantes, tentando esquecer que o mundo é essa meleca.
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